sábado, 11 de junho de 2011

PASTOR, PARABÉNS PELO SEU DIA !


PASTOR, PARABÉNS PELO SEU DIA !


Pastor, parabéns pelo seu dia!

Na história antiga dos Batistas, convencionou-se separar o segundo domingo de junho para comemorar o “Dia do Pastor”. Justa iniciativa, pois, sem dúvida, aí está alguém que não pode ser esquecido, cujo olhar é diuturnamente voltado para Deus e para o seu rebanho.

Para Deus, porque d’Ele vem o seu chamado, sua inspiração, sua instrução, seu sustento. Ninguém se faz pastor. Ninguém consegue fazer, a outro, pastor. Os seminários podem dar títulos, as igrejas podem atribuir funções, as Ordens de Pastores podem arrolar membros em seus quadros, mas só Deus tem o poder de fazer de alguém um pastor. “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef. 4.11).

O pastor, esse vocacionado do céu, sabe que sua vida ministerial só terá êxito se fluir de Deus. Como Arauto da verdade divina precisa andar com Deus, amá-Lo e ser comprometido com Ele acima de todas as coisas. A vida de oração e a identificação pessoal com as Escrituras Sagradas será sempre o caminho para que o pastor conheça e desfrute das riquezas disponíveis no Trono da Graça. É daí que vem, ao coração pastoral, a capacidade de cultivar profundo amor a Jesus, ao Seu rebanho e aos pecadores.

Como em qualquer segmento humano, no exercício do ministério pastoral há pastores e pastores. Aqui celebramos só o verdadeiro ministério pastoral. O daqueles que como Paulo, o apóstolo, afirmam sempre e conscientemente: “Não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o Evangelho; não com sabedoria de palavra, para que não se anule a cruz de Cristo” (I Co 1.17).

Escrevendo aos Romanos, Paulo ensina: “... a quem respeito, respeito; a quem honra, honra...”(13.7). Hipotecamos o nosso respeito e a honra a cada pastor que tem os seus olhos postos no rebanho: chora com os que choram, consola o aflito, orienta o perdido, ensina o crente, prega o Evangelho, cura o quebrado, levanta o abatido. Enfim, ao pastor que é fiel a Deus, à sua vocação, ao seu rebanho e à sociedade. Ao pastor atento ao que diz a Palavra: “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos” (Pv. 27.23).

Abraçamos o pastor que sendo humano como suas ovelhas, sujeito aos mesmos conflitos, problemas, ataques e fraquezas decidiu esmurrar o seu corpo, crucificar a sua carne, santificar-se ao Senhor, para que não seja reprovado naquilo que prega. Sim, ao pastor, que, em busca da excelência do ministério e da glória de Deus a Quem serve, conserva puro o seu nome e o da sua igreja, pastoreia a sua casa como seu primeiro rebanho, zela pela honra de sua equipe e se esforça por amar a todos como Jesus nos amou.

Nesta ocasião de homenagens, estendemos as mãos e abençoamos ao pastor que, por alguma razão, se sente incapaz de exercer o ministério que Deus lhe deu; clamamos a Deus em favor daquele que já desistiu; ministramos ao caído cujo coração está contrito e quebrantado; lembramos que “os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Rm. 11.29).

Ao rebanho fica o pedido de Jesus, O Sumo Pastor: “Orai ao Senhor da seara para que Ele envie ceifeiros para a Sua seara”.


Pastor Jonas Neves

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